30 março, 2011

Coisas queridas / O meu mundo

09/02/2006

Eu quero open bar pra mim e pra Duda.
Quero também mais pinguins sopradores que ficam nos furinhos transversais, quem sabe eu coloque uma caixa deles aqui na salinha.
Quero trabalhar ainda mais. Tô com energia pra isso. (Espero que meu paitrão não leia, senão vai ser trabalho até eu ficar irrecaregável).
Quero sair dessa piscina ali com ar nos pulmões.
Quero um CD-R do Google, de algumas gigas.
Quero uma casa de vidro, um celular encantado e secar esse meu cabelo molhado.
Quero também ir dormir.

Então eu vou.

11/02/2006

Talvez aquela rocha finja a emoção.
Aperta os olhos e os mantém fechados firmemente até que as melhores lembranças lhe passem a memória.
Sorriso aberto, hora de abrir os olhos vermelhos que se escondem.

Passado algum tempo, os olhos já não conseguem mais esconder. Peito ferido, aberto, sincero.
E de repente o estável percebe que não é tão simples assim passar por cima de algumas coisas e quem sabe seja melhor enfrenta-las.

Mas enfrenta-las como? Levando flores?
Talvez falando ao telefone seja o primeiro passo.
Quem sabe o segundo eu tenha que percorrer uns 2km e tocar a campainha.

Mas no fundo eu acredito que pra ter o nó desatado, só o tempo mesmo, e pra ele não existem passos, só espera.

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